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Desde: 25/04/2011      Publicadas: 53      Atualização: 15/06/2011

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 Colunas

  11/05/2011
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Preço do álcool pode diminuir com a chegada da safra de cana de açúcar

A entrada da safra de cana deste ano promete diminuir o preço do álcool na bomba, Segundo o Ministro de Minas e Energia, mas o professor da USP acredita que nã hávera grande Redução

A entrada da safra de cana deste ano promete ajudar a diminuir o preço do álcool na bomba, mas não se acredita em grandes reduções no preço do combustível.
O motivo é claro. Depois de sucessivos aumentos no preço do álcool e da gasolina, que no Brasil é misturada ao álcool, começa a chegar às usinas à safra 2011 da cana-de-açúcar.
O ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, anunciou em Brasília, que a redução de preços do etanoletanol poderá ser percebida na bomba de gasolina, mas para o professor da USP, Roberto Fava, a redução do preço da gasolina não será grande.
O problema é que o açúcar, outro subproduto da cana, também está em alta. Resultado da quebra na produção da Índia e do apetite dos chineses, que estão importando como nunca. No supermercado, o consumidor percebe.
É da usina que sai a decisão de que parte da produção da cana vai virar combustível e que parte vai virar açúcar. Depois da moagem, o caldo da cana é dividido na usina para a fabricação dos dois produtos bem conhecidos e muitos diferentes um do outro: uma parte vai para a destilaria, virar álcool, e a outra vai para um prédio, a fábrica de açúcar. É a diferença do tratamento industrial que faz o mesmo caldo virar combustível ou alimento.
Na produçãoaçucar do açúcar, o caldo é cozido até cristalizar. Uma centrifugadora separa os grãozinhos que depois serão refinados. Para fazer álcool, o caldo passa oito horas nos tanques de fermentação. O líquido fermentado tem que passar por um processo de destilação em que é primeiro aquecido e depois resfriado.
Neste começo de safra, de olho na alta do preço internacional, a proporção de cana usada na fabricação do açúcar subiu de 39% para 45% do total. "Hoje, pelo mercado, a produção de açúcar está muito mais viável", fala o diretor de usina Jairo Balbo.
Só que com mais carros nas ruas, vamos precisar de mais combustível. O desafio é fazer que a velocidade das máquinas acompanhe a das montadoras.
"A produção de carro flex cresce numa velocidade forte, por outro lado, a fabricação de etanol anda a passo lento por que faltou investimento tanto no campo quanto nas fábricas", diz o representante da Única, Sérgio Prado.

  Autor:   Samara Miranda


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